Mais um ano, menos um ano…


img-20161213-wa0004Aqui se vai mais um ano de vida, experiências, encontros, desencontros, saudades, muitas gargalhadas, muitas lágrimas, muitas emoções. No saldo final, um ano bom. Mesmo as coisas ruins foram boas, porque quando as descobrimos e vivenciamos, elas partem de vez, para que as melhores quando cheguem, encontrem mais espaço para se fixarem.  Profissionalmente foi um ano de muitos encontros cheios de “saúde emocional”. Mais uma vez encontro com Fernanda Montenegro em um trabalho, quarta vez para ser mais exata. Realmente, ela não é quem é à toa. Que mulher, que artista, que atriz, que cultura, que companheira de trabalho, que exemplo, quanta sabedoria!!!  Ela encanta à todos que estão ao seu lado. Todos querem aproveitar cada segundo da sua inteligência e cultura, através de cada caso contado. Eu me sinto presenteada pela vida de ter trabalhado com ela pela quarta vez no cinema. A primeira vez foi no filme “Olga”, depois em “Casa de Areia”, onde também fui sua “double”. Depois em “Rio Eu Te Amo”, no episódio dirigido pelo Andrucha Waddington, outro querido competente, e agora em “O Juízo Final”. Espero que venham muitas outras vezes, porque ainda tenho muito a aprender e trocar  com ela. Acabamos de voltar de Ipiábas, estado do Rio, onde filmamos “O Juízo Final”. Um filme com um belo primeiro roteiro da Fernanda Torres, dirigido pelo Andrucha, com um elenco querido, uma equipe maravilhosa e parceira, produzido pela Conspiração Filmes. Minha personagem “Dolores”, uma mulher de época, dona daquele casarão, foi um presente que o Andrucha me deu junto com a Preparação dos Atores e também em poder estar ao seu lado nesta empreitada. Este filme foi para mim, tão emocionante quanto o “Casa de Areia”. Andrucha, Fernanda Montenegro, Fernanda Torres, e muitos daquela equipe de 2004, agora aqui novamente, que junto com os novos encontros, completaram esta experiência de momentos difíceis na realização para filmarmos mais uma estória emocionante. Lá tínhamos o “Sol e a Areia” como desafios, agora tivemos a “Chuva e a Lama”. Nada que não conseguimos superar, unidos e comandados por um diretor inspirado e destemido como é o Andrucha, que com seu talento e ansiedade e coragem, vai levando todos com ele até o “último AÇÃO e o último CORTA”. Depois com fogos e brindes, os abraços e agradecimentos em mais um desafio concretizado, e um lindo filme “Na Lata”. Obrigada à todos por eu ter podido terminar meu ano profissional com vocês para coroar outros encontros que tive durante este ano. Que venha 2017 cheio de coisas boas para todos nós terráqueos!!! Assim seja!!!